O sal e a nossa saúde

Portugal é um dos países da Europa que apresenta uma maior taxa de mortalidade provocada por acidente vascular cerebral (AVC), sendo a hipertensão arterial um dos fatores de risco mais relevante. 

A elevada prevalência nacional de fatores de risco para as doenças cardiovasculares obriga a que se tenha uma especial atenção à sua efetiva prevenção. Obriga, ainda, à adoção de medidas integradas e complementares que potenciem, na população portuguesa, a redução dos riscos de contrair estas doenças, a concretização do seu rápido e adequado tratamento e a tomada de medidas de prevenção secundária que reduzam a sua recorrência.

Vários estudos refletem, em Portugal, a ocorrência de uma ingestão excessiva de alimentos ricos em sal, sendo necessário estabelecer medidas de saúde pública apropriadas, dirigidas à população, com o objetivo de contribuir para a redução do risco de AVC.

Em Portugal, a quantidade de sal presente na alimentação é sensilvelmente o dobro daquela  que é recomendada pela OMS, tornando-se por isso urgente começar a reduzir, de forma progressiva, a quantidade de sal na alimentação.

Para além do pão, existem muitos outros alimentos que poderão contribuir com quantidades consideráveis para a elevada ingestão de sal pelos portugueses. Os pareceres científicos da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos, afirmam que a principal fonte de sódio no regime alimentar são alimentos transformados com cerca de 70-75% do aporte total.

Pretendemos neste espaço, informar sobre os efeitos do excesso de sal na nossa alimentação e sobre as melhores práticas para a redução do seu consumo. (Visite também o espaço Comer com menos sal).

O sal e a nossa saúde
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